Olá.
Porque me insistem em escrever para o meu email ao invés de apenas perguntar nas postagens? Quase um ano nessa coisa e ninguém nunca escreve nada, porém mais de 7,567 acessos e 4 mil emails na minha caixa de entrada. Super!
Queria responder à alguns que dei uma lidinha e fiquei meio inquieto:
Como se transforma em um vampiro?
Bom, primeiramente, não querendo ser grosso, mas você conhece um? Se você conhece, e se ele acha que você deve ser tal coisa, não existe necessidade de alguém saber, afinal, quem precisa saber o que fazer é o vampiro, não você, comprende?
Você é fake?
Sim, eu sou! Eu não existo, logo não escrevo, logo... Tudo isso é sua imaginação.
O que aconteceu com seu pai?
Na hora certa eu conto tudo!
Se você era um guerreiro, é preto?
Não sou preto. Sou de pardo para branco. Mas meu pai era "preto"azulado. Gostaria de parecer mais com ele, teria facilitado muitas coisas. Pois muitas vezes achavam que eu era seu escravo até o contrário.
Qual o continente que você nasceu?
A atual Oceania. Eu nasci dentro do continente. Porém, muitos dos meus antepassados vieram de outro lugar.
Quando você disse que tudo sobe, você diz seu amiguinho?
Pergunta idiota. Não vou responder, mas postei só para verem como não exagero quando fico com raiva.
Como uma cidade que tem pouca pessoa pode ser boa para vampiros?
Já ouviu falar em hipnotismo? Bebemos de um. Enquanto esse um se recupera da longa perda de sangue, vamos bebendo de outros e além de ninguém desconfiar por que temos tudo sobre controle, podemos beber até se acabar.
Isso chega a ser tortura. Se não acreditam, ok, eu respeito. Mas por favor, não fiquem me mandando perguntas idiotas, comentem minhas postagens e acabou!
Addio.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Pai, irmão...
Olá.
Minha criança ainda está no hospital tomando soro. Logo lerá essas coisas que já contei uma dúzia de vezes para ela.
Bom, parei onde mesmo? Deixe me dar uma olhada na última postagem, rsrs.
Eu não durmo. Meu cérebro está tão carregado de informações, pois mais morto que eu esteja, que não posso dormir. Loucura...
Bom, acho que basicamente expliquei algumas das coisas que a maioria das pessoas acham que pode ser real. Não é amiguinho, não é.
Voltando ao meu primeiro ano. Meu pai e eu fomos para aquele lugar que anos depois veio a ser um dos maiores ditadores da religião popular. O lugar era fabuloso. Tinha um cheiro terrível em alguns lugares, mas era adorável. Lá, bebi até cair. Conheci pessoas assim como eu, mas não novos no ramo. Ficamos lá por uma semana. Meu pai queria me levar para um lugar mais segura, com menos pessoas e com mais sossego.
Fomos para uma cidade a leste de lá. Ficamos na cidade onde meu pai disse que deveríamos ficar para eu aprender coisas preciosas. Ficamos lá por um bom tempo. Aprendi a correr - podemos correr muito rápido - e a ficar sem precisar usar o ar.
Meu pai me ensinou muito sobre os "macetes" de como ser um vampiro. Responsabilidade é a palavra básica. A lei de toda a ação à uma reação também.
Depois daquela cidade houveram muitas outras. Povos em guerra, cidades em construções, deuses e religiões surgindo. Tive oportunidade de conhecer um dos mais famosos desse mundão. Mas prefiro não escrever muito sobre isso. Mas que conheci, conheci.
Vi umas das maiores bibliotecas, se não à maior do mundo. Entrei, fiquei por volta de 17 anos naquele lugar, até ser queimada. Dizem que foi acidentalmente, mas... Eu não acho, na verdade, tenho certeza que não.
Então, em meio há tantas mudanças, chegamos há 1080, quando meu pai sumiu, só que não com sempre sumia e voltava, muito pelo contrário, sumiu de vez. Me largou sozinho e me deixou um bilhete dizendo que quando eu estivesse pronto, deveria procurá-lo. Naquela época me encontrava na Europa, em um país que ainda hoje tem toda a classe.
Depois disso, vi reis morrendo, rainhas caindo, guerras entre irmãos, guerras entre famílias que era as mais poderosas, pessoas com fome e desespero para sair daquilo, doenças aparecendo, algumas que até hoje não entendo. Eu quis sair daquele lugar por mais interessante que fosse. Porém fui impedido por irmãos que conheci, um dele se chamava Victor. Ele foi meu irmão mais companheiro. Um amigo que até hoje posso contar.
Passamos mais alguns anos na Europa, mas dai resolvemos ir para outro lugar, conhecer novos ares. Passamos as décadas seguintes viajando. Conhecendo culturas e tecnologias diferentes de várias outras...
Até que veio o melhor ano de todos. Quando conheci a partir daquela data homens que me ensinaram sobre o céu, a terra, o tempo... E eu acho que lembrando assim, pela importâncias desses homens e dela, daquela mulher que não salvei por medo, imagina eu, com medo, foi uma das melhores coisas que poderiam acontecer com um ser humano. Mas como não sou um...
Muitas pessoas poderiam achar que ser assim, como eu, poderia ser a chance de ter experiências incríveis. Eu tive várias. Conheci pessoas magnificas! Conheci o mundo em sua construção e conheço a história como foi e não com escreveram.
Pra mim, isso ainda é uma diversão. Saber que nem tudo que conhecem, coisas banais, são erradas até o último...
Preciso trabalhar.
Addio.
Minha criança ainda está no hospital tomando soro. Logo lerá essas coisas que já contei uma dúzia de vezes para ela.
Bom, parei onde mesmo? Deixe me dar uma olhada na última postagem, rsrs.
Eu não durmo. Meu cérebro está tão carregado de informações, pois mais morto que eu esteja, que não posso dormir. Loucura...
Bom, acho que basicamente expliquei algumas das coisas que a maioria das pessoas acham que pode ser real. Não é amiguinho, não é.
Voltando ao meu primeiro ano. Meu pai e eu fomos para aquele lugar que anos depois veio a ser um dos maiores ditadores da religião popular. O lugar era fabuloso. Tinha um cheiro terrível em alguns lugares, mas era adorável. Lá, bebi até cair. Conheci pessoas assim como eu, mas não novos no ramo. Ficamos lá por uma semana. Meu pai queria me levar para um lugar mais segura, com menos pessoas e com mais sossego.
Fomos para uma cidade a leste de lá. Ficamos na cidade onde meu pai disse que deveríamos ficar para eu aprender coisas preciosas. Ficamos lá por um bom tempo. Aprendi a correr - podemos correr muito rápido - e a ficar sem precisar usar o ar.
Meu pai me ensinou muito sobre os "macetes" de como ser um vampiro. Responsabilidade é a palavra básica. A lei de toda a ação à uma reação também.
Depois daquela cidade houveram muitas outras. Povos em guerra, cidades em construções, deuses e religiões surgindo. Tive oportunidade de conhecer um dos mais famosos desse mundão. Mas prefiro não escrever muito sobre isso. Mas que conheci, conheci.
Vi umas das maiores bibliotecas, se não à maior do mundo. Entrei, fiquei por volta de 17 anos naquele lugar, até ser queimada. Dizem que foi acidentalmente, mas... Eu não acho, na verdade, tenho certeza que não.
Então, em meio há tantas mudanças, chegamos há 1080, quando meu pai sumiu, só que não com sempre sumia e voltava, muito pelo contrário, sumiu de vez. Me largou sozinho e me deixou um bilhete dizendo que quando eu estivesse pronto, deveria procurá-lo. Naquela época me encontrava na Europa, em um país que ainda hoje tem toda a classe.
Depois disso, vi reis morrendo, rainhas caindo, guerras entre irmãos, guerras entre famílias que era as mais poderosas, pessoas com fome e desespero para sair daquilo, doenças aparecendo, algumas que até hoje não entendo. Eu quis sair daquele lugar por mais interessante que fosse. Porém fui impedido por irmãos que conheci, um dele se chamava Victor. Ele foi meu irmão mais companheiro. Um amigo que até hoje posso contar.
Passamos mais alguns anos na Europa, mas dai resolvemos ir para outro lugar, conhecer novos ares. Passamos as décadas seguintes viajando. Conhecendo culturas e tecnologias diferentes de várias outras...
Até que veio o melhor ano de todos. Quando conheci a partir daquela data homens que me ensinaram sobre o céu, a terra, o tempo... E eu acho que lembrando assim, pela importâncias desses homens e dela, daquela mulher que não salvei por medo, imagina eu, com medo, foi uma das melhores coisas que poderiam acontecer com um ser humano. Mas como não sou um...
Muitas pessoas poderiam achar que ser assim, como eu, poderia ser a chance de ter experiências incríveis. Eu tive várias. Conheci pessoas magnificas! Conheci o mundo em sua construção e conheço a história como foi e não com escreveram.
Pra mim, isso ainda é uma diversão. Saber que nem tudo que conhecem, coisas banais, são erradas até o último...
Preciso trabalhar.
Addio.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Caos.
Olá.
Queria continuar a escrever aquele dia, porém houve alguns problemas com minha criança que foi hospitalizada por querer apressar as coisas. Mesmo tendo 16 anos, ainda é uma criança, não adianta reclamar! Tive que conversar com sua mãe, pois ela não estava ciente do que a menina estava fazendo - desculpe, falei - e agora tenho que ficar de olho em tudo por causa dessa maluquinha!
Ok. Eu tinha 33 anos quando morri e voltei. Mas a maioria das pessoas da minha tribo sabiam que eu tinha matado minha avó, queriam me matar por causa disso, inclusive meu irmão. Então, meu pai me levou para longe dali.
Parecia que minha vida era completamente diferente. Não digo por causa de ter morrido e de meu corpo, até andar, estar completamente diferente... Mas por causa dos cheiros, estava tudo tão apurado. Meus olhos, viam tudo a longas distâncias e até na escuridão. Essa coisa de a pele ficar clara, é verdade. Eu parecia estar doente no começo. Mas meu pai não deixou que eu me alimentasse de verdade até chegarmos em uma cidade há alguns dias dali. Era ainda mais tropical do que onde eu estava.
Enquanto não podia experimentar a verdadeira comida, haviam pássaros por todos os cantos por ali. Era diferente, mas era como me virava porque não podia.
Meu pai era durão. Mas me fez aprender muitas coisas. Queria um aprendiz, alguém que poderia passar todos seus conhecimentos. Todas suas experiências.
Bom, a história de não poder andar no sol? Mentira. Espelhos? Mentira. Se não temos almas, como estamos em pé? E quem disse que existe almas? Uma confusão esses termos. Bom, água benta? É como água, não faz nada, só enche a bexiga. Dai, vamos ao banheiro? Não. Comemos outras comidas? Sim e não. Sentimos o gosto de todas as comidas. Mas, não mata fome ou qualquer coisa do tipo - minha criança adora essa parte pois poderá comer sem engordar, eita mulheres! - Símbolos religiosos? Não! Não faz nada. Absolutamente nada. Alho? Queria saber quem falou isso para o Bran! - Não, eu não conheci o escritor do Drácula, mas conheci o cara que em sua época inspirou a história, um tirano esquisito e acredito que gay, nada contra, e o Drácula de verdade, que na verdade não tinha esse nome, mas como um dos primeiros, quis pegar o nome para ter ainda mais poder sobre tudo. Ele é uma figura! - O que mais? Convidar para entrar em casa. Depende muito do caso. Pode-se retirar o convite? Não! Uma vez convidado nas circunstancias certas, poderemos sempre entrar na sua casa, exceto se a casa mudar de dono... Como disse, depende de vários casos. E se entrarmos na casa? Não tem como. Não dá para explicar, simplesmente não podemos.
Vampiros são góticos? Vá a merda! Sou feliz, uso roupas claras e boina! Meu cabelo cresce, minha barba cresce, minhas unhas crescem, meus pelos crescem! Sim, as coisas sobem e funcionam muito bem, obrigado por pensar nisso e me lembrar de todos os esclarecimentos. Tem coisas que inventam, para que se alguma hora você ver... Espera. EU NÃO BRILHO NO SOL! Só pra esclarecer, mas sou vampiro, não fada!
Continuando, inventam muitas coisas para que se você ver um cara de cara longa, no meio da rua, às 2h00 da madrugada, você ache que é um vampiro. Pode ser um louco esperando um retardado ir atrás dele para mata-lo, pode ser um cara super irritado por estar sendo encarado depois de um dia difícil de trabalho por outro idiota que segue modismo.
Vampiros não são como nos livros. Não são legais, não amam. Eu sou feliz, sim. Amo? Não. Quero um aprendiz para poder passar tudo o que eu venho aprendendo em anos. Meu pai fez isso. Para não entrarmos em extinção.
Dai, me falam, como entrar em extinção? Tem gente que não gosta de "animais" como nós. Então, nos matam!
Próxima postagem eu continuo tudo isso, mas preciso averiguar minha criança.
Addio.
Queria continuar a escrever aquele dia, porém houve alguns problemas com minha criança que foi hospitalizada por querer apressar as coisas. Mesmo tendo 16 anos, ainda é uma criança, não adianta reclamar! Tive que conversar com sua mãe, pois ela não estava ciente do que a menina estava fazendo - desculpe, falei - e agora tenho que ficar de olho em tudo por causa dessa maluquinha!
Ok. Eu tinha 33 anos quando morri e voltei. Mas a maioria das pessoas da minha tribo sabiam que eu tinha matado minha avó, queriam me matar por causa disso, inclusive meu irmão. Então, meu pai me levou para longe dali.
Parecia que minha vida era completamente diferente. Não digo por causa de ter morrido e de meu corpo, até andar, estar completamente diferente... Mas por causa dos cheiros, estava tudo tão apurado. Meus olhos, viam tudo a longas distâncias e até na escuridão. Essa coisa de a pele ficar clara, é verdade. Eu parecia estar doente no começo. Mas meu pai não deixou que eu me alimentasse de verdade até chegarmos em uma cidade há alguns dias dali. Era ainda mais tropical do que onde eu estava.
Enquanto não podia experimentar a verdadeira comida, haviam pássaros por todos os cantos por ali. Era diferente, mas era como me virava porque não podia.
Meu pai era durão. Mas me fez aprender muitas coisas. Queria um aprendiz, alguém que poderia passar todos seus conhecimentos. Todas suas experiências.
Bom, a história de não poder andar no sol? Mentira. Espelhos? Mentira. Se não temos almas, como estamos em pé? E quem disse que existe almas? Uma confusão esses termos. Bom, água benta? É como água, não faz nada, só enche a bexiga. Dai, vamos ao banheiro? Não. Comemos outras comidas? Sim e não. Sentimos o gosto de todas as comidas. Mas, não mata fome ou qualquer coisa do tipo - minha criança adora essa parte pois poderá comer sem engordar, eita mulheres! - Símbolos religiosos? Não! Não faz nada. Absolutamente nada. Alho? Queria saber quem falou isso para o Bran! - Não, eu não conheci o escritor do Drácula, mas conheci o cara que em sua época inspirou a história, um tirano esquisito e acredito que gay, nada contra, e o Drácula de verdade, que na verdade não tinha esse nome, mas como um dos primeiros, quis pegar o nome para ter ainda mais poder sobre tudo. Ele é uma figura! - O que mais? Convidar para entrar em casa. Depende muito do caso. Pode-se retirar o convite? Não! Uma vez convidado nas circunstancias certas, poderemos sempre entrar na sua casa, exceto se a casa mudar de dono... Como disse, depende de vários casos. E se entrarmos na casa? Não tem como. Não dá para explicar, simplesmente não podemos.
Vampiros são góticos? Vá a merda! Sou feliz, uso roupas claras e boina! Meu cabelo cresce, minha barba cresce, minhas unhas crescem, meus pelos crescem! Sim, as coisas sobem e funcionam muito bem, obrigado por pensar nisso e me lembrar de todos os esclarecimentos. Tem coisas que inventam, para que se alguma hora você ver... Espera. EU NÃO BRILHO NO SOL! Só pra esclarecer, mas sou vampiro, não fada!
Continuando, inventam muitas coisas para que se você ver um cara de cara longa, no meio da rua, às 2h00 da madrugada, você ache que é um vampiro. Pode ser um louco esperando um retardado ir atrás dele para mata-lo, pode ser um cara super irritado por estar sendo encarado depois de um dia difícil de trabalho por outro idiota que segue modismo.
Vampiros não são como nos livros. Não são legais, não amam. Eu sou feliz, sim. Amo? Não. Quero um aprendiz para poder passar tudo o que eu venho aprendendo em anos. Meu pai fez isso. Para não entrarmos em extinção.
Dai, me falam, como entrar em extinção? Tem gente que não gosta de "animais" como nós. Então, nos matam!
Próxima postagem eu continuo tudo isso, mas preciso averiguar minha criança.
Addio.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Minha morte?
Olá!
Porque ou pra quê fazer um blog?
Eu quero contar a minha história de verdade. Contar como é tudo. Mas não sei o que as pessoas podem achar. Que talvez eu seja um louco varrido ou um idiota querendo zoar as pessoas. Eu não sou criança. Demorei para amadurecer, para saber o certo e o errado e me machuquei literalmente. Confiei em pessoas erradas, quase morri duas vezes, na terceira eu realmente morri. Só depois da morte valorizamos algumas coisas que com a vida não temos.
Não quero começar com lição de moral não. Elas não levam nada. As pessoas podem ler, pensar em alguns minutos, mas não colocam na prática. Não fazem nada em sua vida real.
E que quero que todos se explodam. É minha vida... Algo assim!
Por motivos óbvios não vou colocar jamais mesmo o meu sobrenome aqui. Acho que isso é o principio. Quem quiser acreditar no que vou colocar a partir dessa semana nesse blog, acredite. Se não, saia daqui e não volte para não voltar a ler.
Bom, meu nome para todos os efeitos, meu nome é Daniel. Posso ser qualquer um desse mundo. Mas realmente já cursei e estou atualmente trabalhando na área de rádio e tv. Moro sozinho na casa onde foi de minha família há gerações. Já cursei química, matemática, filosofia, sociologia, literatura inglesa, literatura portuguesa, ciências politicas, engenharia civil, arquitetura, engenharia elétrica, ciências contábeis, ciências da computação, medicina, audiovisual, jornalismo, radio e tv. Fiz também cursos como teatro, música, informática, etc.
Não, meu curriculum não fala sobre as coisas que eu fiz, pois assim teria que dizer minha idade e até aqui vai ser uma dificuldade me explicar, quando mais pessoalmente.
Minha idade. Nasci dia 22 de junho de um ano que ainda não existia! - Ah, que baboseira! Certo, saia desse blog agora! - Pode parecer loucura. Pra mim, é a mais pura loucura. Eu tive oportunidade de muitas coisas. Vivia em uma tribo, onde tudo era possível. Conheci meu pai logo que virei homem. Por volta de 25 anos. Passamos bons tempos. Aos 29, meu pai me deu tarefas. Disse que se eu fosse realmente digno de viver para sempre - o que pra mim quando ele falou, eu ri - eu passaria por tudo. Naquela época já havia bastante tecnologia. E não alienígena, como muitos dizem. Acho engraçado tudo isso, mas vamos continuar.
Eu caçava. Estava quase casado. Era um dos guerreiros da tripo ou casaria ou casaria. Eram regras firmes. E naquela época meu nome não era Daniel. Se eu me lembro? Não. Os anos passam, mas tem coisas que vão passando umas encima das outras e acabamos ficando loucos. Coisa que até hoje sou, um louco. Mas não mentiroso!
Pois bem, fiz as tarefas que meu pai mandou eu fazer. Caçar um animal que fosse duas vezes maior que eu, sem matá-lo. Caçar sem matar, bem difícil!
Naquela época onde ficávamos, iam homens de outros lugares procurarem por tesouros que não existiam. Tolos que acreditavam em histórias tolas. Ele pediu que eu convencesse algum daqueles homens que seus sonhos eram inúteis que não existia certas coisas. Absurdo, acabar com sonhos de alguém. Mas fiz. Depois de várias tentativas, convenci um sobre isso. Ele voltou para sua terra.
Em meio de todas, eu passei com muuuita dificuldade. Não foi brincadeira pelo que passei. Quase morri 2 vezes. Comido por um animal e na outra por um assassino que rondava aquelas redondezas. Eramos uma tribo escondida, porém fácil de se encontrar se soubessem onde morávamos. E onde vivíamos, tinha muita água e árvores frutíferas. Lá era perfeito para forasteiros de outros lugares que se refugiavam. E muito deles eram assassinos.
Minha última não foi a mais fácil. Foi matar alguém que eu amasse. Segundo meu pai, tinha que me acostumar com a ideia de que em alguns anos, ficaria sozinho e todos que eu conhecesse, teria que deixar para trás, pois morreriam. Demorei mais do que qualquer outra tarefa, mas matei minha avó que era como uma mãe pra mim. Minha mãe morreu por causa do parto de meu irmão. Eu ainda era pequeno quando ele nasceu. A maioria das pessoas diziam que eu era uma guerreiro forte e decidido porque tive que lidar com a perda da minha mãe na infância. Mas eu tive minha avó. Ela foi tudo... e eu a matei.
Meu irmão? Ele quis me matar. Mas meu pai explicou tudo para ele. Algumas semanas depois daquilo, meu pai se tornou de verdade meu pai. Assim que eu morri e voltei. Nessa época eu já tinha 33 anos.
Continuarei a história em breve... Obrigado por lerem até esse ponto.
Porque ou pra quê fazer um blog?
Eu quero contar a minha história de verdade. Contar como é tudo. Mas não sei o que as pessoas podem achar. Que talvez eu seja um louco varrido ou um idiota querendo zoar as pessoas. Eu não sou criança. Demorei para amadurecer, para saber o certo e o errado e me machuquei literalmente. Confiei em pessoas erradas, quase morri duas vezes, na terceira eu realmente morri. Só depois da morte valorizamos algumas coisas que com a vida não temos.
Não quero começar com lição de moral não. Elas não levam nada. As pessoas podem ler, pensar em alguns minutos, mas não colocam na prática. Não fazem nada em sua vida real.
E que quero que todos se explodam. É minha vida... Algo assim!
Por motivos óbvios não vou colocar jamais mesmo o meu sobrenome aqui. Acho que isso é o principio. Quem quiser acreditar no que vou colocar a partir dessa semana nesse blog, acredite. Se não, saia daqui e não volte para não voltar a ler.
Bom, meu nome para todos os efeitos, meu nome é Daniel. Posso ser qualquer um desse mundo. Mas realmente já cursei e estou atualmente trabalhando na área de rádio e tv. Moro sozinho na casa onde foi de minha família há gerações. Já cursei química, matemática, filosofia, sociologia, literatura inglesa, literatura portuguesa, ciências politicas, engenharia civil, arquitetura, engenharia elétrica, ciências contábeis, ciências da computação, medicina, audiovisual, jornalismo, radio e tv. Fiz também cursos como teatro, música, informática, etc.
Não, meu curriculum não fala sobre as coisas que eu fiz, pois assim teria que dizer minha idade e até aqui vai ser uma dificuldade me explicar, quando mais pessoalmente.
Minha idade. Nasci dia 22 de junho de um ano que ainda não existia! - Ah, que baboseira! Certo, saia desse blog agora! - Pode parecer loucura. Pra mim, é a mais pura loucura. Eu tive oportunidade de muitas coisas. Vivia em uma tribo, onde tudo era possível. Conheci meu pai logo que virei homem. Por volta de 25 anos. Passamos bons tempos. Aos 29, meu pai me deu tarefas. Disse que se eu fosse realmente digno de viver para sempre - o que pra mim quando ele falou, eu ri - eu passaria por tudo. Naquela época já havia bastante tecnologia. E não alienígena, como muitos dizem. Acho engraçado tudo isso, mas vamos continuar.
Eu caçava. Estava quase casado. Era um dos guerreiros da tripo ou casaria ou casaria. Eram regras firmes. E naquela época meu nome não era Daniel. Se eu me lembro? Não. Os anos passam, mas tem coisas que vão passando umas encima das outras e acabamos ficando loucos. Coisa que até hoje sou, um louco. Mas não mentiroso!
Pois bem, fiz as tarefas que meu pai mandou eu fazer. Caçar um animal que fosse duas vezes maior que eu, sem matá-lo. Caçar sem matar, bem difícil!
Naquela época onde ficávamos, iam homens de outros lugares procurarem por tesouros que não existiam. Tolos que acreditavam em histórias tolas. Ele pediu que eu convencesse algum daqueles homens que seus sonhos eram inúteis que não existia certas coisas. Absurdo, acabar com sonhos de alguém. Mas fiz. Depois de várias tentativas, convenci um sobre isso. Ele voltou para sua terra.
Em meio de todas, eu passei com muuuita dificuldade. Não foi brincadeira pelo que passei. Quase morri 2 vezes. Comido por um animal e na outra por um assassino que rondava aquelas redondezas. Eramos uma tribo escondida, porém fácil de se encontrar se soubessem onde morávamos. E onde vivíamos, tinha muita água e árvores frutíferas. Lá era perfeito para forasteiros de outros lugares que se refugiavam. E muito deles eram assassinos.
Minha última não foi a mais fácil. Foi matar alguém que eu amasse. Segundo meu pai, tinha que me acostumar com a ideia de que em alguns anos, ficaria sozinho e todos que eu conhecesse, teria que deixar para trás, pois morreriam. Demorei mais do que qualquer outra tarefa, mas matei minha avó que era como uma mãe pra mim. Minha mãe morreu por causa do parto de meu irmão. Eu ainda era pequeno quando ele nasceu. A maioria das pessoas diziam que eu era uma guerreiro forte e decidido porque tive que lidar com a perda da minha mãe na infância. Mas eu tive minha avó. Ela foi tudo... e eu a matei.
Meu irmão? Ele quis me matar. Mas meu pai explicou tudo para ele. Algumas semanas depois daquilo, meu pai se tornou de verdade meu pai. Assim que eu morri e voltei. Nessa época eu já tinha 33 anos.
Continuarei a história em breve... Obrigado por lerem até esse ponto.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
86 estrelinhas
Olá.
Só estou realmente fazendo essa postagem para parabenizá-la minha estrelinha, por ter conseguido essa conquista. Rumo as 65 estrelinhas. Estou torcendo por você! Minha promessa continua em pé, você sabe disso, certo?
Vamos aos fatos. Amanhã vou fazer uma matéria em brasília. Esse país está cada dia mais caótico e não sei o que falar. Passo nas ruas, converso com gente, as vezes até enquanto eu estou no horário de almoço ou janta, as pessoas não param de falar mal do governo do país. Me pergunto, porque as pessoas não vão para as ruas?
Existem marcha para gays, lésbicas e simpatizantes, existe marcha para jesus e mais meio milhão de protestos nesse país. Unam-se de uma vez só e resolvem os problemas. Tem muita gente nesse país para acharem que não dá para fazer nada. Esse comodismo me incomoda muito!
Lembro-me da revolução constitucionalista de 1932! Foi simplesmente bárbaro. As pessoas foram as ruas e ditaram a lei. Falaram o que queriam e tiveram que acatar, pois a lei do povo é a lei do país. Me lembro que esse país é democrático.
O ruim de tudo é as mafias! Depois dizem que nós somos sangue sugas sem coração!
Ou você vai na deles, ou você morre! Aconteceu com muitos, como Celso Daniel - foi chocante a morte dele, gostava dele pra caramba. Tinha afinidade, não apenas pelo nome... - e outros!
Acordem!
Addio
PS: Em breve pretendo colocar a matéria sobre computadores e celulares aqui!
Só estou realmente fazendo essa postagem para parabenizá-la minha estrelinha, por ter conseguido essa conquista. Rumo as 65 estrelinhas. Estou torcendo por você! Minha promessa continua em pé, você sabe disso, certo?
Vamos aos fatos. Amanhã vou fazer uma matéria em brasília. Esse país está cada dia mais caótico e não sei o que falar. Passo nas ruas, converso com gente, as vezes até enquanto eu estou no horário de almoço ou janta, as pessoas não param de falar mal do governo do país. Me pergunto, porque as pessoas não vão para as ruas?
Existem marcha para gays, lésbicas e simpatizantes, existe marcha para jesus e mais meio milhão de protestos nesse país. Unam-se de uma vez só e resolvem os problemas. Tem muita gente nesse país para acharem que não dá para fazer nada. Esse comodismo me incomoda muito!
Lembro-me da revolução constitucionalista de 1932! Foi simplesmente bárbaro. As pessoas foram as ruas e ditaram a lei. Falaram o que queriam e tiveram que acatar, pois a lei do povo é a lei do país. Me lembro que esse país é democrático.
O ruim de tudo é as mafias! Depois dizem que nós somos sangue sugas sem coração!
Ou você vai na deles, ou você morre! Aconteceu com muitos, como Celso Daniel - foi chocante a morte dele, gostava dele pra caramba. Tinha afinidade, não apenas pelo nome... - e outros!
Acordem!
Addio
PS: Em breve pretendo colocar a matéria sobre computadores e celulares aqui!