segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Minha morte?

Olá!

Porque ou pra quê fazer um blog?

Eu quero contar a minha história de verdade. Contar como é tudo. Mas não sei o que as pessoas podem achar. Que talvez eu seja um louco varrido ou um idiota querendo zoar as pessoas. Eu não sou criança. Demorei para amadurecer, para saber o certo e o errado e me machuquei literalmente. Confiei em pessoas erradas, quase morri duas vezes, na terceira eu realmente morri. Só depois da morte valorizamos algumas coisas que com a vida não temos.
Não quero começar com lição de moral não. Elas não levam nada. As pessoas podem ler, pensar em alguns minutos, mas não colocam na prática. Não fazem nada em sua vida real.

E que quero que todos se explodam. É minha vida... Algo assim!

Por motivos óbvios não vou colocar jamais mesmo o meu sobrenome aqui. Acho que isso é o principio. Quem quiser acreditar no que vou colocar a partir dessa semana nesse blog, acredite. Se não, saia daqui e não volte para não voltar a ler.

Bom, meu nome para todos os efeitos, meu nome é Daniel. Posso ser qualquer um desse mundo. Mas realmente já cursei e estou atualmente trabalhando na área de rádio e tv. Moro sozinho na casa onde foi de minha família há gerações. Já cursei química, matemática, filosofia, sociologia, literatura inglesa, literatura portuguesa, ciências politicas, engenharia civil, arquitetura, engenharia elétrica, ciências contábeis, ciências da computação, medicina, audiovisual, jornalismo, radio e tv. Fiz também cursos como teatro, música, informática, etc.

Não, meu curriculum não fala sobre as coisas que eu fiz, pois assim teria que dizer minha idade e até aqui vai ser uma dificuldade me explicar, quando mais pessoalmente.

Minha idade. Nasci dia 22 de junho de um ano que ainda não existia! - Ah, que baboseira! Certo, saia desse blog agora! - Pode parecer loucura. Pra mim, é a mais pura loucura. Eu tive oportunidade de muitas coisas. Vivia em uma tribo, onde tudo era possível. Conheci meu pai logo que virei homem. Por volta de 25 anos. Passamos bons tempos. Aos 29, meu pai me deu tarefas. Disse que se eu fosse realmente digno de viver para sempre - o que pra mim quando ele falou, eu ri - eu passaria por tudo. Naquela época já havia bastante tecnologia. E não alienígena, como muitos dizem. Acho engraçado tudo isso, mas vamos continuar.
Eu caçava. Estava quase casado. Era um dos guerreiros da tripo ou casaria ou casaria. Eram regras firmes. E naquela época meu nome não era Daniel. Se eu me lembro? Não. Os anos passam, mas tem coisas que vão passando umas encima das outras e acabamos ficando loucos. Coisa que até hoje sou, um louco. Mas não mentiroso!

Pois bem, fiz as tarefas que meu pai mandou eu fazer. Caçar um animal que fosse duas vezes maior que eu, sem matá-lo. Caçar sem matar, bem difícil!
Naquela época onde ficávamos, iam homens de outros lugares procurarem por tesouros que não existiam. Tolos que acreditavam em histórias tolas. Ele pediu que eu convencesse algum daqueles homens que seus sonhos eram inúteis que não existia certas coisas. Absurdo, acabar com sonhos de alguém. Mas fiz. Depois de várias tentativas, convenci um sobre isso. Ele voltou para sua terra.
Em meio de todas, eu passei com muuuita dificuldade. Não foi brincadeira pelo que passei. Quase morri 2 vezes. Comido por um animal e na outra por um assassino que rondava aquelas redondezas. Eramos uma tribo escondida, porém fácil de se encontrar se soubessem onde morávamos. E onde vivíamos, tinha muita água e árvores frutíferas. Lá era perfeito para forasteiros de outros lugares que se refugiavam. E muito deles eram assassinos.
Minha última não foi a mais fácil. Foi matar alguém que eu amasse. Segundo meu pai, tinha que me acostumar com a ideia de que em alguns anos, ficaria sozinho e todos que eu conhecesse, teria que deixar para trás, pois morreriam. Demorei mais do que qualquer outra tarefa, mas matei minha avó que era como uma mãe pra mim. Minha mãe morreu por causa do parto de meu irmão. Eu ainda era pequeno quando ele nasceu. A maioria das pessoas diziam que eu era uma guerreiro forte e decidido porque tive que lidar com a perda da minha mãe na infância. Mas eu tive minha avó. Ela foi tudo... e eu a matei.

Meu irmão? Ele quis me matar. Mas meu pai explicou tudo para ele. Algumas semanas depois daquilo, meu pai se tornou de verdade meu pai. Assim que eu morri e voltei. Nessa época eu já tinha 33 anos.

Continuarei a história em breve... Obrigado por lerem até esse ponto.

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